Sitemap

Validador de sitemap XML

O Validador de Sitemap busca o arquivo de qualquer domínio e aponta os erros de estrutura antes de você enviá-lo ao Google. A diferença em relação ao relatório de Sitemaps do Search Console é o momento e o alcance: o relatório só avalia o sitemap depois do envio, só na propriedade que você verificou, e reporta o que o Googlebot encontrou. A ferramenta valida na hora, em qualquer domínio, inclusive num arquivo que ainda não subiu.

Conteúdo do sitemap

A busca é feita pelo servidor do site, assim o navegador não bloqueia por CORS.

Como validar um sitemap

Aponte o endereço do arquivo, cole o conteúdo ou envie o arquivo, e clique em Validar.

  1. Na aba Link, informe o endereço completo, como https://exemplo.com/sitemap.xml. A busca é feita pelo servidor deste site, e um arquivo comprimido em .gz é descompactado antes da validação.
  2. Na aba Texto, cole o XML. Na aba Arquivo, envie o .xml, o .txt ou o .gz direto do seu computador, o que serve para validar antes de publicar.
  3. Clique em Validar. O relatório abre com a contagem de erros e avisos, o tipo detectado, o número de URLs, o tamanho do arquivo e a lista de entradas.

O tipo é detectado sozinho: sitemap de URLs, índice de sitemaps ou sitemap de texto. Você não precisa informar qual é.

Como ler o resultado da validação

Cada apontamento vem com a linha ou a URL em que ele acontece, e cada um tem uma correção direta.

Erro impede o processamento do arquivo ou de uma entrada. Aviso indica algo fora do protocolo que costuma passar, mas que vira problema no dia em que o Google apertar. Esta é a lista do que a ferramenta devolve.

ApontamentoO que aconteceuCorreção
XML malformado O arquivo não fecha uma tag, tem caractere inválido ou mistura conteúdo antes da declaração. A mensagem traz a posição relatada pelo parser. Nada mais é validado até isso ser resolvido.
Namespace ausente ou diferente O elemento raiz não declara xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9". Declare o namespace exatamente assim, inclusive o http, que faz parte do identificador e não é um endereço a visitar.
Raiz não é urlset nem sitemapindex O arquivo é XML válido, mas não é um sitemap. Confira se o endereço não está entregando outro arquivo, como um feed RSS.
<url> sem <loc> Uma entrada não informa o endereço, que é o único campo obrigatório. Remova a entrada ou preencha o <loc>. O número da entrada vem na mensagem.
<loc> não é URL absoluta O endereço está relativo, como /pagina/, em vez de completo. Use sempre https:// mais o host mais o caminho, em toda entrada.
URL em outro host A entrada aponta para um domínio diferente do host onde o sitemap está publicado. Mova a URL para o sitemap do host dela. Fora de cross-submit em propriedade verificada, o Google ignora essas entradas.
<lastmod> fora do formato A data não segue o W3C Datetime, que aceita 2026-08-18 ou a forma completa com hora e fuso. Corrija o formato. Data em padrão brasileiro ou sem fuso na forma longa cai aqui.
<changefreq> ou <priority> inválido O valor está fora do vocabulário aceito, ou a prioridade não está entre 0.0 e 1.0. Corrija ou remova o campo, que é opcional nos dois casos.
Acima de 50.000 URLs ou de 50 MB O arquivo passou de um dos dois limites do protocolo. Divida em vários arquivos e declare todos num índice de sitemaps.
Content type inesperado O servidor entregou o arquivo com um tipo que não é XML. Quando é HTML, quase sempre é página de erro no lugar do arquivo. Ajuste o tipo no servidor e confira se o endereço entrega mesmo o sitemap.

Os limites de 50.000 URLs e 50 MB entram aqui como itens verificados. O porquê de cada um está no guia de sitemap XML.

O que a ferramenta verifica

O escopo é conformidade de estrutura contra o protocolo sitemaps.org, mais o que o servidor declarou ao entregar o arquivo.

VerificaNão verifica
XML bem formado e namespace correto Se as URLs respondem 200
Tipo do arquivo: URLs, índice ou texto Se as URLs estão indexadas
Presença e formato de cada <loc> Se as URLs são canônicas
Host das URLs contra o host do arquivo O conteúdo dos arquivos filhos de um índice
Formato de <lastmod>, <changefreq> e <priority> Se as URLs estão liberadas no robots.txt
Limites de 50.000 URLs e 50 MB Se o sitemap foi enviado ao Google
Content type e descompactação de gzip Se o arquivo está declarado no robots.txt

Para o rastreamento das URLs listadas, o Testador de robots.txt responde a parte que falta.

Por que o Search Console diz que o sitemap está bem e a ferramenta acha erro

Porque os dois medem coisas diferentes: o relatório do Google reporta processamento, esta ferramenta reporta conformidade com o protocolo.

Quando o Search Console mostra "Sucesso", ele está dizendo que conseguiu ler o arquivo e extrair URLs dele, com a contagem do que encontrou. Ele é tolerante de propósito: uma entrada com <lastmod> em formato errado costuma ser aceita com o campo simplesmente ignorado, e uma URL de outro host é descartada em silêncio. Nada disso aparece como erro no relatório, e o total de URLs descobertas também não denuncia o problema, porque ele conta o que sobrou.

A ferramenta lê o mesmo arquivo pelo texto do protocolo e aponta as duas coisas. Nenhuma das duas leituras está errada: a diferença é útil justamente quando o relatório diz que está tudo bem e as páginas continuam sem aparecer. Para o passo seguinte, indexação é outro assunto, e a conta do Google fica no Search Console.

Quando vale validar o sitemap de outro site

Quando você ainda não tem, ou nunca vai ter, acesso ao Search Console daquele domínio.

Em nenhum desses casos existe propriedade verificada, que é o que o relatório do Google exige.

O que a validação não garante

Sitemap válido não é sitemap indexado.

A validação diz que o arquivo está no formato certo e que as URLs estão declaradas como deveriam. Ela não promete rastreamento, não promete indexação e não influencia posição: o sitemap é uma sugestão de descoberta, não uma ordem. O que decide a indexação está em indexação, e o caminho até lá começa no rastreamento. Se as URLs do arquivo forem inconsistentes com as URLs reais do site, vale conferir também a estrutura de URL.

Perguntas frequentes sobre o validador de sitemap

Preciso ter acesso ao Search Console para validar um sitemap aqui?
Não. A validação não depende de propriedade verificada nem de login: basta o endereço do arquivo, que é público. É a diferença central em relação ao relatório de Sitemaps do Google, que só existe dentro de uma propriedade que você verificou.
A ferramenta valida sitemap comprimido em gzip?
Valida. Quando você aponta um endereço terminado em .gz, o servidor descompacta antes de analisar. Quando você escolhe um arquivo .gz no seu computador, a descompactação acontece no próprio navegador. Nos dois casos a detecção é pelo conteúdo do arquivo, não pela extensão, então um .xml que na verdade está comprimido também funciona.
Ela segue os arquivos filhos de um sitemap index?
Não. Ela valida a estrutura do índice, incluindo o formato de cada <loc> e o host de cada um, mas não busca os arquivos apontados. Para validar um filho, informe o endereço dele. A decisão é deliberada: um índice pode listar centenas de arquivos, e buscar todos transformaria uma validação em varredura.
Por que a ferramenta aponta erro num sitemap que o Google aceitou?
Porque o Google reporta se conseguiu processar o arquivo, e é tolerante com campo fora do formato, que ele ignora em silêncio. A ferramenta reporta conformidade com o protocolo e mostra o que foi ignorado. Um arquivo pode estar aceito no Search Console e ainda assim ter entradas que o Google descartou sem avisar.
Dá para validar um sitemap que ainda não está no ar?
Dá, pelas abas Texto e Arquivo. É o uso mais comum antes de uma publicação: gerar o arquivo, validar, corrigir e só então subir. Nesse caso a ferramenta não tem como saber o host do arquivo, então em vez de acusar URL de outro host ela avisa quando as URLs se dividem entre hosts diferentes.
A ferramenta verifica se as URLs do sitemap respondem 200?
Não. Ela valida o arquivo, não as páginas listadas nele. Verificar o status de cada URL exigiria uma requisição por entrada, o que em um sitemap de 50.000 URLs é uma varredura de site inteiro. Para auditar as páginas em si, o SEO Check analisa uma URL por vez em profundidade.

Veja também

Confira se o rastreamento das URLs está liberado com o Testador de robots.txt, ou audite a página inteira com o SEO Check.